COLONIALIDAD DE GÉNERO Y RESISTENCIAS FEMINISTAS EN "NIKETCHE: UNA HISTORIA DE POLIGAMIA"
DOI:
https://doi.org/10.59099/prpub.2025.132Palabras clave:
Colonialismo; Literatura feminista; Feminismo decolonial; Patriarcado; Psicologia SocialResumen
A partir de la novela mozambiqueña Niketche: una historia de poligamia, de Paulina Chiziane, el artículo analiza el sufrimiento subjetivo femenino como consecuencia de la intersección de discursos y prácticas patriarcales, monogámicas y coloniales cristianas. La investigación bibliográfica se estructuró en tres etapas: análisis de producciones feministas y decoloniales; revisión de estudios específicos sobre Niketche: una historia de poligamia; desarrollo de un texto analítico que relacione los estudios feministas con la novela de Chiziane. El artículo destaca que el sufrimiento subjetivo de las mujeres no debe considerarse una cuestión individual, sino una expresión de un fenómeno estructural vinculado a los sistemas de dominación capitalista y colonial. Se concluye que los debates sobre la descolonización de los saberes y la emancipación de las mujeres en territorios marcados por la colonialidad de género pueden fortalecer las resistencias feministas y las reflexiones críticas sobre las opresiones interseccionadas por otros marcadores sociales de la diferencia.
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