SALUDES EN LA CONTEMPORANEIDAD
NARRATIVAS BAJO UNA MIRADA DESCONFIADA
DOI:
https://doi.org/10.59099/prpub.2025.128Palabras clave:
Salud; Narrativas; Contemporáneo; Biopoder; NecropolíticaResumen
El proposito de este escrito es examinar las diferentes lógicas de la salud que están en curso en la contemporaneidad, a partir de escenas basadas en experiencias cotidianas de una profesional de la salud en formación. A partir de dichas premisas se sucitan discusiones sobre la modernidad y la constitución de la ciencia y la salud como ocupando un papel casi sagrado, y sobre cómo esto se manifiesta en la actualidad, cargado por la ilusión del individualismo. En este contexto, surgen tecnologías destinadas al control de la salud, como los relojes inteligentes, habituales en la clase media. En contraposición, se discute cómo la salud es producida por las poblaciones periféricas, cuestión atravesada por la necropolítica que intenta ejercer poder sobre esos cuerpos. En el trasfondo, se pone en discusión el papel del profesional de la salud y se reflexiona sobre el cuidado y este modo de saber-poder.
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