NEGATIVACIÓN DE LA NEGRITUD

IMPLICACIONES SUBJETIVAS Y CAMINOS DE RESISTENCIA SIMBÓLICA

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.59099/prpub.2025.124

Palabras clave:

Negación de la negritud; Subjetividad negra; Psicoanálisis; Racismo; Resistencia simbólica

Resumen

Este artículo tiene como objetivo analizar los mecanismos de negación de la negritud y las modalidades de sufrimiento, articulando psicoanálisis y estudios críticos de la raza. La relevancia de la investigación radica en comprender cómo el racismo, más allá de fenómeno social, actúa como trauma estructural que configura la subjetividad negra. Se adoptó un método cualitativo e interpretativo, basado en el análisis de obras de Neusa Santos Souza, Lia Vainer Schucman y Grada Kilomba, en diálogo con Sueli Carneiro, Lélia Gonzalez, Fanon, Mbembe y Freud. Los resultados muestran que la alienación, la escisión, la represión y la repetición traumática atraviesan la experiencia negra, perpetuando la exclusión y el silenciamiento. La discusión señala que narrar el dolor, invertir en el alfabetización racial y valorar los saberes ancestrales son estrategias de resistencia y de cura simbólica. Se concluye que enfrentar el racismo exige acción política y elaboración subjetiva, reafirmando la identidad negra como potencia.

Biografía del autor/a

Lohanna Thais Gomes Pereira, Universidade de São Paulo (USP)

Psicanalista, Supervisora Clínica e Mestra em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia/USP (2025). Bacharela em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás (2013). Integrante do Laboratório de Pesquisa e Extensão - Psicanálise, Sociedade e Política (PSOPOL) do Departamento da Psicologia Clínica do IP/USP e da Rede Interamericana de Pesquisa em Psicanálise e Política (REDIPPOL).

Camila de Albuquerque Alves da Silva, Universidade de São Paulo (USP)

Psicóloga Clínica. Mestra em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo - USP (2025). Pós-graduada em Problemas do Desenvolvimento na Infância e Adolescência - Abordagem Interdisciplinar pelo Centro Lydia Coriat/Porto Alegre (2018). Graduada no curso de Psicologia pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL (2015). Possui interesse em psicanálise, psicologia clínica e saúde pública.

Enoe Isabela Baía de Moraes, Universidade de Huddersfield

Psicanalista, Mestra em Psicologia pela Universidade de Huddersfield, Inglaterra (2018). Especialista em Educação Profissional e Tecnológica pelo Instituto Federal de Goiás (2024). Graduada em Psicologia, bacharelado e licenciatura, pela Universidade Federal de Goiás (2016). 

Miriam Debieux Rosa, Universidade de São Paulo (USP)

Psicanalista, Professora Titular do Instituto de Psicologia da USP. Coordena o Laboratório Psicanálise, Sociedade e Politica (PSOPOL) e o Grupo Veredas: psicanálise e imigração. Exerce o cargo de Pró-Reitora Adjunta para Inclusão e Pertencimento da Universidade de São Paulo (2022/26). Foi Presidente Fundadora da Rede Interamericana de Psicanálise e Política (REDIPPOL - 2018-2022). 

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Publicado

01-12-2025

Cómo citar

Pereira, L. T. G., Silva, C. de A. A. da, Baía de Moraes, E. I., & Rosa, M. D. (2025). NEGATIVACIÓN DE LA NEGRITUD: IMPLICACIONES SUBJETIVAS Y CAMINOS DE RESISTENCIA SIMBÓLICA. PLURAL - Revista De Psicología UNESP Bauru, 5, e025004. https://doi.org/10.59099/prpub.2025.124

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